segunda-feira, 11 de abril de 2011

Sexo durante a menstruação


Sexo durante a menstruação exige cuidados para evitar doenças.
Período favorece infecções por vírus e bactérias e 
pede reforço na higiene íntima.

“Pode ter relações sexuais durante a menstruação?”
A dúvida é frequente na população feminina, mas nem todas as mulheres ficam confortáveis em abordar o tema com especialistas.

A resposta para a pergunta é “sim”, diz a médica coordenadora do Ambulatório de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo, Elsa Gay, ao emendar um complemento para a afirmação.

“Mas, para isso, é preciso dar atenção especial à higiene íntima, antes e depois da relação”.

Algumas mulheres podem ficar receosas em transar nesta fase do ciclo por causa dos odores e secreções, típicos do período menstrual. Mas reforçar os cuidados higiênicos na região da vagina e do ânus, afirma Elsa, garante mais do que segurança para fazer sexo mesmo estando menstruada.

“A limpeza adequada dificulta as infecções e reforça as defesas sexuais que ficam mais frágeis durante o período menstrual”, diz Elsa.

Os motivos
 Durante a menstruação, três fatores fazem com que as mulheres fiquem mais vulneráveis ao contágio de doenças, explica Paulo César Giraldo, ginecologista da Unicamp e presidente da Comissão de doenças infectocontagiosas da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

“Nesta fase, aumenta a umidade na região da vagina, desequilibra o pH do tecido vaginal e aumenta a descamação da área, o que torna o ambiente propício à proliferação de vírus, bactérias e fungos”, afirma.

Promover a higiene íntima é, portanto, aumentar as defesas naturais da mucosa da vagina e “liberar” as mulheres para o sexo na menstruação caso elas queiram (e o parceiro concorde).

Os especialistas, no entanto, fazem questão de ressaltar que, em hipótese nenhuma, o hábito substitui o uso da camisinha.

Mesmo o uso de preservativo exige higiene reforçada, já que os resquícios de secreção também podem causar outros tipos de infecções.

Como faz?
 Apesar de parecer um assunto intuitivo e de conhecimento de todos, pouca gente entende de higiene genital e até mesmo os médicos não sabem abordar o assunto com suas pacientes.

Um levantamento feito com 422 especialistas que estiveram no Congresso Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, realizado no fim do ano passado, mostrou que apenas 3% deles falam espontaneamente com suas clientes sobre higiene da vagina e as formas mais adequadas de limpeza.

“São inúmeras publicações que falam sobre a importância de lavar as mãos, por exemplo, e sobre higiene íntima as orientações são praticamente inexistentes”, afirma o médico Giraldo.

“Por isso, sabendo da importância inclusive para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis como o HPV, elaboramos no final do ano passado o primeiro guia de higiene íntima feminina, voltado para ginecologistas orientarem suas pacientes.”

De acordo com o presidente da comissão da Febrasgo, usar sabonetes que não desequilibrem o pH da mucosa vaginal é o primeiro passo para a limpeza adequada. “Neste caso, é importante não usar substâncias neutras (porque o ideal é que a região fique ácida) e também não utilizar sabonetes que exterminam bactérias (antisépticos), porque algumas delas protegem as defesas naturais da vagina”, explica Paulo César Giraldo.

No mercado brasileiro, já existem produtos específicos para a higiene íntima e a orientação é sempre perguntar a opinião do médico sobre quais usar.

Apesar de serem os mais recomendados para este tipo de uso, os sabonetes íntimos são utilizados por apenas 11% das mulheres, segundo pesquisa feita pela Sanofi-Aventis (laboratório fabricante do Dermacyd).

Passo a passo para a higiene intíma

1- Em dias quentes, procure fazer higiene íntima três vezes por dia. Em dias frios, uma vez.
 2- Faça movimentos circulares suaves e evite trazer resíduos da região anal para a vulvar
 3- Utilize produtos específicos, que façam pouca espuma e que NÃO sejam anti-sépticos
 4- Secar as áreas lavadas com toalhas de algodão, macias, secas e limpas.
 5- Fazer higiene íntima em excesso é tão prejudicial como não fazer. Esfregar demais a pele da região pode provocar lesões e machucados que favorecem infecções.
6 - Mulheres que já estão na menopausa devem ter atenção especial, pois a mucosa vaginal tende a ser mais fina e a limpeza da área genital pode favorecer o aparecimento de lesões.
 7- Evite usar papel higiênico muito áspero, que pode machucar a pele e deixar resíduos. O ideal segundo Paulo César Giraldo é utilizar lenços umedecidos. 

domingo, 10 de abril de 2011

Para mim, você é uma pessoa especial !


Cada sessenta segundos que você passa mal-humorado, angustiado ou mal, é um minuto de alegria que não voltará.
 A vida é curta, portanto;

Quebre as regras, 
 perdoe rapidamente, 
 beije suavemente, 
 ame de verdade,
  ria sem controle,
  e nunca se arrependa de algo que lhe fez sorrir...

sábado, 9 de abril de 2011

Acorde todas as manhãs com um sorriso.


Portanto:
 Dance

 Beije

 Relaxe
 Divirta-se
 
E seja feliz!!!!


sexta-feira, 8 de abril de 2011

Reflexão

O cavalo e o porco - EXCELENTE!

Quando estiverem desanimados lembrem-se do PORCO!

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo.

Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário que disse:

àBem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três dias. No 3º dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessáriosacrificá -lo.

Neste momento, o porco escutava a conversa.
No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
àForça amigo levanta daí senão será sacrificado!

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse:
àVamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar.
Upa! Um, dois, três...

No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
àInfelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
àCara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos!
Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa, vai....fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão!!!.

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou, isso merece uma festa!
Vamos matar o porco!.

Pontos de Reflexão: Isso acontece com frequência no ambiente de trabalho. Ninguém percebe qual é o funcionário que realmente tem mérito pelo sucesso, ou que está dando o suporte para que as coisas  aconteçam.

SABER VIVER SEM SER RECONHECIDO É UMA ARTE!

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais o Titanic.

PROCURE SER UMA PESSOA DE VALOR, AO INVÉS DE UMA PESSOA DE SUCESSO!!!
 
  BOM FINAL DE SEMANA A TODOS!
 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

AMO


Shimbalaiê


A mentira de 31 de março de 1964

No dia 1º de abril de 1964, a conspiração que uniu as altas esferas do empresariado brasileiro, os latifundiários, os chefes militares, a hierarquia católica conservadora e agentes do imperialismo dos EUA depuseram o presidente constitucional João Goulart e deram início à ditadura militar que marcou as duas décadas seguintes pelo sangue dos patriotas e democratas, pela destruição da democracia e do estado de direito no Brasil.

Desde aquele dia inaugural da ditadura, a data que tem sido lembrada é a da véspera, 31 de março, pela folclórica razão de que, sendo o 1º de abril o dia da mentira, o golpe militar se tornaria alvo de chacota entre o povo.

O 1º de abril teria sido o dia mais indicado para lembrar aquele episódio nefasto. Era mentira que os golpistas defendiam a democracia, como alegavam; não era verdade que defendessem a soberania brasileira nem o desenvolvimento do país.

Contra a democracia, rasgaram a Constituição, instituíram a legislação de exceção que permitiu a cassação de direitos políticos e democráticos e de mandatos eletivos, no esforço de eliminar do cenário político parlamentares, sindicalistas, democratas, patriotas, lideranças de trabalhadores e do povo, que não aceitavam o arbítrio da ditadura. O rosário de assassinatos, tortura, prisões ilegais, exílio e outras formas de opressão contra os que resistiam à ditadura é conhecido e o preço pago em sangue pelos brasileiros é irresgatável e inegociável.

Diziam que defendiam a nação contra a ameaça representada pela URSS e pelos comunistas no Brasil. Mas quem humilhou o país e desrespeitou a soberania nacional foram os generais e as classes dominantes que, com completo apoio da embaixada dos EUA, deram o golpe militar. Basta lembrar o discurso pronunciado pelo general Castello Branco, na sede do Itamaraty, em 31 de julho de 1964, onde o principal líder da conspiração golpista e então primeiro ocupante militar da Presidência da República defendeu a tese antinacional do alinhamento automático com os EUA com a consequente limitação da soberania brasileira.

Em relação ao desenvolvimento, naquelas duas décadas a economia realmente cresceu. Mas não foi um desenvolvimento nacional: a internacionalização foi aprofundada como nunca, a dependência tecnológica foi agravada pela opção do crescimento com base em empresas estrangeiras, a distorção na distribuição de rendas e no agravamento dos já agudos problemas sociais foi gigantesca. A modernização conservadora do campo expulsou multidões para as periferias das cidades, onde o desemprego, a baixa renda e as precárias condições de moradia, educação e saúde formaram o caldo de cultura onde viceja a violência e a insegurança.

Do ponto de vista institucional, uma herança perversa e insepulta da ditadura militar é a impunidade da violência policial, que torna a polícia brasileira uma das mais violentas do mundo, com sua atuação marcada pela tortura como forma rotineira de investigação e a morte de suspeitos como uma prática cotidiana.

O que há a comemorar? Bem fizeram os atuais comandantes militares que, pela primeira vez em 47 anos, retiraram a lembrança do golpe de 1964 de sua agenda de comemorações, gesto simbólico do sentimento democrático que anima a nova geração de chefes militares.

A velha geração continua saudosa do poder irrestrito e irresponsável que exerceram naqueles anos de atentados contra a democracia e os democratas, como mostra o manifesto comemorativo divulgado pelos clubes Militar, Naval e da Aeronáutica, saudando o rompimento da democracia e a manutenção e agravamento de uma ordem injusta rejeitada pelos brasileiros e apoiada apenas pelas elites proprietárias e por seus aliados imperialistas.

Foi o regime da tortura e do assassinato político e seus remanescentes usam o prestígio que ainda lhes resta para acobertar aquelas práticas ilícitas e desumanas rejeitando qualquer investigação daqueles crimes e opondo-se à formação da Comissão da Verdade para revelar à nação o rio de sangue que correu no país nos anos em que estavam no poder.

O golpe militar de 1964 é um fato da história que os brasileiros lamentam e não aceitam mais. A democracia brasileira se fortalece, apesar dos resmungos das viúvas da ditadura. E, hoje, a melhor maneira de lembrar aquele passado é homenagear os heróis da resistência, os patriotas, democratas, socialistas e comunistas que nunca aceitaram a mentira da ”Redentora” e verteram seu sangue pelos direitos do povo e dos trabalhadores e pela soberania da Pátria. Estes não podem ser esquecidos jamais.

Fonte: Editorial Portal vermelho
blog do Batista