terça-feira, 12 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Cantando...
"...Não preciso que me digam de que lado nasce
o sol por que bate lá meu coração..."
"...Sonho e escrevo em letras grandes (de novo)
Pelos muros do país..."
Pelos muros do país..."
"...João, o tempo andou mexendo com a gente sim
John, eu não esqueço (oh no, oh no) a felicidade é uma arma quente, quente, quente...!"
terça-feira, 5 de julho de 2011
Parabéns pra você...
...nesta
Data
Querida
Muitas
Felicidades
Muitos
Anos
de
VIDA!
VIVA GLÁUCIAAAA
Que PAPAI do CÉU te cuide e te ilumine sempre.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
MÉDICA ACREANA PRESA EM PERNAMBUCO
*Por Janilson Lopes
A médica acreana Alessandra Bréa Moreno Dantas (leia) foi presa pela Polícia Federal na sexta-feira (1), em Caetés (PE).
Após concluir o curso de medicina em Pinar del Rio, com bolsa do governo de Cuba, voltou ao Acre, onde em diversas ocasiões procurou a Universidade Federal do Acre (Ufac) para tentar se regularizar.
Como todos sabem, os médicos formados no exterior sempre foram tratados com preconceito e descaso por um grupo da Ufac.
Alessandra Bréa tinha conquistado na Justiça o direito de trabalhar com registro provisório do Conselho Regional de Medicina (CRM). Como o registro expirou, a médica teve que deixar o Acre após a proibição de trabalhar também com um Termo de Ajuste de Conduta.
Ela já havia conseguido revalidar seu diploma pela Universidade Federal do Ceará, mas aguardava a burocracia enquanto fazia plantões em Caetés.
Infelizmente, Alessandra Bréa foi surpreendida pela Polícia Federal, após denúncia do CRM de Pernambuco, acusada de exercício ilegal da profissão.
Incrível tudo isso: enquanto faltam médicos nas nossas unidades de saúde, enquanto pessoas morrem por falta de atendimento, enquanto a Justiça não é feita, a Polícia Federal prende médica que estava salvando vidas.
Onde está a Justiça? Do lado do interesse do povo ou do lado do interesse de grupos?
O Acre continua sendo um dos Estados com menor número de médicos do Brasil, e um dos Estados com maior número de estudantes de medicina no exterior. A Ufac é uma das únicas universidades que nunca revalidou um único diploma até o dia de hoje. Considero isso um desrespeito.
Nossos políticos têm o dever de fazer algo imediatamente, a Assembleia Legislativa precisa se posicionar, pois não dá pra fingir que nada está acontecendo.
São milhares de famílias acreanas que estão investindo sonhos em seus filhos para estudar no exterior. Nós precisamos assegurar que amanhã nossos futuros médicos não estejam presos, como Alessandra Bréa, por lutar para exercer a sua profissão.
Estamos mobilizando muita gente para retirar Alessandra Bréa da Colônia Penal de Caetés. Ela está presa numa cela juntamente com pessoas perigosas. Isso é indigno. As leis e a justiça ainda andam muito distantes.
Janilson Lopes Leite é médico residente de infectologia da Ufac e Coordenador da Associação Médica Nacional Maíra Fachini.
A médica acreana Alessandra Bréa Moreno Dantas (leia) foi presa pela Polícia Federal na sexta-feira (1), em Caetés (PE).
Após concluir o curso de medicina em Pinar del Rio, com bolsa do governo de Cuba, voltou ao Acre, onde em diversas ocasiões procurou a Universidade Federal do Acre (Ufac) para tentar se regularizar.
Como todos sabem, os médicos formados no exterior sempre foram tratados com preconceito e descaso por um grupo da Ufac.
Alessandra Bréa tinha conquistado na Justiça o direito de trabalhar com registro provisório do Conselho Regional de Medicina (CRM). Como o registro expirou, a médica teve que deixar o Acre após a proibição de trabalhar também com um Termo de Ajuste de Conduta.
Ela já havia conseguido revalidar seu diploma pela Universidade Federal do Ceará, mas aguardava a burocracia enquanto fazia plantões em Caetés.
Infelizmente, Alessandra Bréa foi surpreendida pela Polícia Federal, após denúncia do CRM de Pernambuco, acusada de exercício ilegal da profissão.
Incrível tudo isso: enquanto faltam médicos nas nossas unidades de saúde, enquanto pessoas morrem por falta de atendimento, enquanto a Justiça não é feita, a Polícia Federal prende médica que estava salvando vidas.
Onde está a Justiça? Do lado do interesse do povo ou do lado do interesse de grupos?
O Acre continua sendo um dos Estados com menor número de médicos do Brasil, e um dos Estados com maior número de estudantes de medicina no exterior. A Ufac é uma das únicas universidades que nunca revalidou um único diploma até o dia de hoje. Considero isso um desrespeito.
Nossos políticos têm o dever de fazer algo imediatamente, a Assembleia Legislativa precisa se posicionar, pois não dá pra fingir que nada está acontecendo.
São milhares de famílias acreanas que estão investindo sonhos em seus filhos para estudar no exterior. Nós precisamos assegurar que amanhã nossos futuros médicos não estejam presos, como Alessandra Bréa, por lutar para exercer a sua profissão.
Estamos mobilizando muita gente para retirar Alessandra Bréa da Colônia Penal de Caetés. Ela está presa numa cela juntamente com pessoas perigosas. Isso é indigno. As leis e a justiça ainda andam muito distantes.
Janilson Lopes Leite é médico residente de infectologia da Ufac e Coordenador da Associação Médica Nacional Maíra Fachini.
sábado, 2 de julho de 2011
Brasil avança no estudo da superpílula contra infarto e AVC.
Especialista explica funcionamento da 'superpílula'
Pesquisadores do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, terminaram os testes da fase inicial de um estudo que vai compactar em uma única pílula quatro medicamentos que previnem doenças cardiovasculares. As doenças do coração são a principal causa de mortes no Brasil e no mundo.
O estudo constatou que o novo medicamento reduz em 60% o risco de derrame ou infarto. Em quatro meses, começa a fase de testes em 22 hospitais do país. A pesquisa está sendo feita em sete países e, no Brasil, é coordenada pelo Hcor.
A polipílula testada deverá prevenir problemas de risco cardiovascular moderado, reduzir a pressão arterial e controlar o colesterol.
Ela combina em um único comprimido os compostos da aspirina (que previne entupimento dos vasos sanguíneos do coração), a sinvastatina (controlador de colesterol) e de dois medicamentos para controle da pressão arterial: lisinopril e hidroclotiazida.
"Nesta primeira fase, com início em 2006, feita em sete países, 400 pacientes com risco médio de infarto ou derrame tomaram uma pílula por dia por quase cinco meses.
Em todos esses países se viu uma redução de 60% no risco de a pessoa sofrer um derrame ou infarto no futuro, além da redução na pressão arterial e no colesterol", explica o coordenador da pesquisa no Brasil, o médico Otávio Berwanger.
As vantagens da polipílula são a facilidade de manter o tratamento, já que é necessária uma única dose por dia, e o custo inferior as valor dos quatro medicamentos somados.
No segundo semestre, a segunda fase da pesquisa começará a ser feita com pacientes em estados mais graves, que já tiveram acidente vascular cerebral (AVC) e infarto.
No Brasil, o estudo irá envolver 2 mil pessoas, em 22 hospitais. "Só depois dessa nova pesquisa é que vai ser definida a eficácia da pílula em larga escala", explica Berwanger.
O estudo constatou que o novo medicamento reduz em 60% o risco de derrame ou infarto. Em quatro meses, começa a fase de testes em 22 hospitais do país. A pesquisa está sendo feita em sete países e, no Brasil, é coordenada pelo Hcor.
A polipílula testada deverá prevenir problemas de risco cardiovascular moderado, reduzir a pressão arterial e controlar o colesterol.
Ela combina em um único comprimido os compostos da aspirina (que previne entupimento dos vasos sanguíneos do coração), a sinvastatina (controlador de colesterol) e de dois medicamentos para controle da pressão arterial: lisinopril e hidroclotiazida.
"Nesta primeira fase, com início em 2006, feita em sete países, 400 pacientes com risco médio de infarto ou derrame tomaram uma pílula por dia por quase cinco meses.
Em todos esses países se viu uma redução de 60% no risco de a pessoa sofrer um derrame ou infarto no futuro, além da redução na pressão arterial e no colesterol", explica o coordenador da pesquisa no Brasil, o médico Otávio Berwanger.
As vantagens da polipílula são a facilidade de manter o tratamento, já que é necessária uma única dose por dia, e o custo inferior as valor dos quatro medicamentos somados.
No segundo semestre, a segunda fase da pesquisa começará a ser feita com pacientes em estados mais graves, que já tiveram acidente vascular cerebral (AVC) e infarto.
No Brasil, o estudo irá envolver 2 mil pessoas, em 22 hospitais. "Só depois dessa nova pesquisa é que vai ser definida a eficácia da pílula em larga escala", explica Berwanger.
Agência Brasil
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