terça-feira, 15 de novembro de 2011
Razões que levam as mulheres a trair
Você já pensou neste assunto? Pesquisa realizada pela USP, sob a orientação da médica Camila Abdo, mostra que metade das mulheres ouvidas em levantamento do Prosex, um projeto ligado à sexualidade, do Curso de Medicina da Universidade, já traíram seus companheiros. Por quê?
Outro estudo, este realizado no Rio de Janeiro, mostrou que a principal justificativa para a traição feminina é a insatisfação com o parceiro. A antropóloga Mirian Goldenberg, autora de vários livros sobre o assunto, entre eles “Por que homens e mulheres traem?”, foi quem dirigiu a pesquisa.
Quase todas as mulheres entrevistadas disseram que faltava amor, romance e atenção por parte dos seus companheiros. Algumas alegaram ainda vingança e melhora da auto-estima. Dá só uma olhada nas principais causas alegadas:
A falta de atenção do companheiro
Os homens possuem a tendência de ignorar as pequenas coisas que deixam as mulheres felizes. Não elogiar a roupa e o cabelo, e esquecer de datas comemorativas, podem acabar com o seu relacionamento;
Estar com uma pessoa sem gostar verdadeiramente
Se a mulher se envolve com alguém sem sentir o mínimo de afeto por essa pessoa, ela vai acabar procurando por outro alguém;
Perder a admiração
As mulheres gostam de admirar os homens pelo o que eles são e pelas suas conquistas, se deixarem de admirá-los, não terão mais respeito e, conseqüentemente, irão traí-lo;
Vingança
Uma mulher traída é o pior inimigo que um homem pode ter. As mulheres traídas são capazes de qualquer coisa para voltar a sentirem-se bem consigo mesmas;
Ter a certeza que ainda ama o seu namorado
Existe uma fase no relacionamento em que as mulheres se questionam se ainda amam o seu companheiro. Muitas vezes, elas usam essa dúvida como desculpa para trair. (terra)
Postado por Accioly segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Quem matou o cinegrafista da Band?
O primeiro suspeito é a empresa, a Band, que autoriza seus profissionais a assumir riscos que nenhum jornalista deve assumir. Jornalista não é policial.
O segundo suspeito é o diretor de jornalismo da Band, que, provavelmente, não fez seguro de vida para a família do cinegrafista.
O terceiro suspeito é, de novo, o diretor de jornalismo da Band, que permite transformar jornalistas em protagonistas: jornalista não compete com policial nem com traficante pelo protagonismo de uma reportagem.
Além do mais, para o espectador, que diferença faz se as imagens de um tiroteio com traficantes são do cinegrafista da Band ou da própria polícia ?
E mais: por que novas imagens de tiroteio com traficantes ?
Que novidade têm ? Que informação adicional dá ao espectador ?
Qual a diferença entre o tiroteio de ontem e o tiroteio de hoje?
Por que os cinegrafistas só filmam da perspectiva da polícia para os traficantes e, não, dos traficantes para a Polícia ?
Porque o jornalismo brasileiro não sobe o morro. Só entra na favela com a cobertura da Polícia. O que se passa lá dentro – para o bem ou para mal – não interessa.
O quarto suspeito é o policial que autorizou três equipes de televisão a acompanhar um tiroteio com traficantes.
O quinto suspeito é o Comandante da PM que permitiu que um policial admitisse que três equipes de televisão acompanhassem um tiroteio com traficantes.
O sexto suspeito é o Secretário de Segurança do Rio, que permite que uma ação policial se transforme numa reportagem espetaculosa.
Para o Bom (?) Dia Brasil, porém, num mau passo do Chico Pinheiro, a morte do cinegrafista da Band é uma restrição à liberdade de imprensa.
O tom da cobertura do Bom (?) Dia Brasil foi o de incriminar a política de segurança do Rio.
Como se sabe, a política de segurança do Rio é exemplar.
Combate o tráfico como nenhuma outra do Brasil – como se sabe, São Paulo consome mais carro, geladeira e viagens a Disney que o Rio, mas, cocaína, isso o Rio consome mais.
O projeto pioneiro das UPPs é um sucesso.
Mas, a política de segurança do Rio tem um grave defeito para o jornalismo dirigido pelo Ali Kamel, esse baluarte da liberdade de imprensa para divulgar atentados com bolinhas.
A segurança do Rio não é a do Governo Carlos Lacerda.
Nos bons tempos do Lacerda, o Secretário de Segurança Ardovino Barbosa mandava bater em jornalistas. Como os do jornal A Noite, na Cinelândia, em 1961, na crise da Legalidade.
(O ansioso blogueiro era foca da Noite e testemunhou a “liberdade de imprensa” dos lacerdistas.)
Por Paulo Henrique Amorim
sábado, 12 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Sabe o que eu queria agora, meu bem...?
Sabe o que eu queria agora, meu bem...?
Sair chegar lá fora e encontrar alguém
Que não me dissesse nada
Não me perguntasse nada também
Que me oferecesse um colo ou um ombro
Onde eu desaguasse todo desengano
Mas a vida anda louca
As pessoas andam tristes
Meus amigos são amigos de ninguém...
Sair chegar lá fora e encontrar alguém
Que não me dissesse nada
Não me perguntasse nada também
Que me oferecesse um colo ou um ombro
Onde eu desaguasse todo desengano
Mas a vida anda louca
As pessoas andam tristes
Meus amigos são amigos de ninguém...
Sabe o que eu mais quero agora, meu amor?
Morar no interior do meu interior
Pra entender porque se agridem
Se empurram pro abismo
Se debatem, se combatem sem saber
Morar no interior do meu interior
Pra entender porque se agridem
Se empurram pro abismo
Se debatem, se combatem sem saber
Meu amor...
Deixa eu chorar até cansar
Me leve pra qualquer lugar
Aonde Deus possa me ouvir
Minha dor...
Eu não consigo compreender
Eu quero algo pra beber
Me deixe aqui pode sair.
Deixa eu chorar até cansar
Me leve pra qualquer lugar
Aonde Deus possa me ouvir
Minha dor...
Eu não consigo compreender
Eu quero algo pra beber
Me deixe aqui pode sair.
Vander Lee
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)

