sábado, 1 de outubro de 2011
12 dicas para sofrer um infarto
1- Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
2- Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
3- Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
4- Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
5- Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
6- Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranquila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.
7- Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando futebol ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
8- Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro (e ferro, enferruja!!. .rs
9- Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado, delegar é pura bobagem, faça tudo você mesmo.
10- Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo;
11- Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo, tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos;
12- E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis. Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.
sábado, 24 de setembro de 2011
CUBA x BRASIL
FACULDADES:
Brasil, 181 Faculdades, 90% particular para 180 milhões de habitantes.
Cuba, 169 Faculdades todas elas são Publicas, para 11.000 milhões de habitantes.
Com esses dados podemos afirmar que Cuba, está pensando em educação.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
A mulher grávida é sexy?
Grávidas desfilam de biquíni em concurso norte-americano e levantam questão sobre a sensualidade feminina na gestação.
Um recente concurso norte-americano com mulheres desfilando de biquíni chamou atenção do público, não pelos trajes e sim pelas mulheres, grávidas. Curiosamente, as imagens chegam à mídia 40 anos depois da icônica fotografia de Leila Diniz tirada na praia de Ipanema. E levantam a mesma questão: grávidas podem ser sensuais?
Segundo a doutora em psicologia pela USP Walkiria Grant, a resposta é um simples sim. Mulheres grávidas, explica Walkiria, não devem esquecer que, antes de mães, são mulheres. Na opinião da educadora sexual Andreia Berté, uma mulher grávida se sente sexy a partir do momento em que está à vontade com o seu corpo.
Foi o caso das competidoras do concurso norte-americano. Além de desfilar de biquíni, elas fizeram poses e dancinhas para conquistar os jurados. Algumas chegaram, até mesmo, a mostrar uma invejável abertura zero. “É uma forma legal de mostrar que, apesar de estarem grávidas, estão se curtindo e se sentindo lindas”, opina Andreia.
Para participar do concurso, organizado por uma rádio de Houston, Texas, nos Estados Unidos, as grávidas precisam estar a três meses da data prevista para o parto. Com a barriga deste tamanho, elas já são vistas como mães, o que cria um ponto polêmico de associação entre maternidade e sensualidade. “Estamos em um campo perigoso”, comenta Walkiria. “Aqui a maternidade é vista quase como sagrada. Os casais que se deixam influenciar por essa visão antiquada sentem o reflexo na parte sexual do relacionamento”, comenta Andreia.
Com relação ao corpo, um dos principais fatores para certo constrangimento por parte das mulheres, a antropóloga Mirian Goldeberg bate na tecla da liberdade. “As mulheres devem ser livres com o seu corpo, com ou sem barriga. Com ou sem estria e com ou sem juventude”, afirma. “A mensagem importante para a mulher se fazer desejável para o homem vai além do corpo”, completa Walkiria.
Foi o caso das competidoras do concurso norte-americano. Além de desfilar de biquíni, elas fizeram poses e dancinhas para conquistar os jurados. Algumas chegaram, até mesmo, a mostrar uma invejável abertura zero. “É uma forma legal de mostrar que, apesar de estarem grávidas, estão se curtindo e se sentindo lindas”, opina Andreia.
Para participar do concurso, organizado por uma rádio de Houston, Texas, nos Estados Unidos, as grávidas precisam estar a três meses da data prevista para o parto. Com a barriga deste tamanho, elas já são vistas como mães, o que cria um ponto polêmico de associação entre maternidade e sensualidade. “Estamos em um campo perigoso”, comenta Walkiria. “Aqui a maternidade é vista quase como sagrada. Os casais que se deixam influenciar por essa visão antiquada sentem o reflexo na parte sexual do relacionamento”, comenta Andreia.
Com relação ao corpo, um dos principais fatores para certo constrangimento por parte das mulheres, a antropóloga Mirian Goldeberg bate na tecla da liberdade. “As mulheres devem ser livres com o seu corpo, com ou sem barriga. Com ou sem estria e com ou sem juventude”, afirma. “A mensagem importante para a mulher se fazer desejável para o homem vai além do corpo”, completa Walkiria.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
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